27 de novembro de 2007

Estudante dá entrada em carro com venda online de pixels a anunciantes


Felipe Matos conseguiu R$ 5 mil em anúncios dispostos no automóvel, e pretende vender o resto para pagar o financiamento.


O estudante de Belo Horizonte Felipe Matos, de 24 anos, acaba de dar entrada no financiamento de um Fiesta Kilt. Os cinco mil reais foram obtidos com o projeto PatrocineMeuCarro.com, que vende pixels da área do automóvel a anunciantes.


Matos começou a tarefa há um ano com um blog, graças ao seu cansaço em usar cinco ônibus para fazer o trajeto de casa até o trabalho e para a universidade. “Antes eram seis”, revela o estudante.


Um carro virtual foi dividido em 500 quadrados, cada um equivalente a um espaço para anúncio, cujo custo é de 100 reais. Adesivos com as marcas dos “patrocinadores” ficam expostos no carro por seis meses.


O modelo do carro foi escolhido com base no número de anúncios com 18 X 18 centímetros que poderiam ser dispostos - 518 no total.


A inspiração vem de projetos como a Million Dollar Homepage e na campanha "Troque um clipe por uma casa", em que o canadense Kyle MacDonald conseguiu, por meio de seguidas negociações, trocar um clipe de papel por uma casa.


Com relação ao pagamento das parcelas restantes, Matos afirma que está ciente do risco em não acumular anúncios o suficiente para o pagamento. “Mas acredito que, com o carro em circulação, ele vai ser visto e conhecido, então eu venderei o restante dos anúncios”, diz.


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A busca pela diferença na publicidade vem crescendo muito e cada vez mais os anunciantes não querem ficar para traz, por isso que idéias como a do estudante Matos estão ficando cada dia mais comum. Claro é necessário que a pessoa tenha ousadia e criatividade, mas o risco esta ficando cada vez menor. Pois hoje todos procuramos um diferencia na sua marca.


21 de novembro de 2007

Google terá monopólio em buscas, diz análise.

BANGALORE - As ações do Google reverteram movimento de queda de duas semanas e recuperaram até cinco por cento das perdas na terça-feira.

O movimento aconteceu depois que uma corretora estabeleceu preço-alvo de 900 dólares para os papéis da companhia, um novo recorde em Wall Street, sob o argumento de que a empresa está perto de estabelecer um monopólio de buscas na web.

"Acreditamos que as buscas sejam um setor em que é natural existir monopólio, e antecipamos que, com o tempo, o Google continuará a conquistar mercado, até que atinja efetivamente os 100 por cento", afirmou Heath Terry, analista do Credit Suisse, em nota a investidores divulgada na terça-feira.

O Credit Suisse elevou de 800 para 900 dólares seu preço-alvo para as ações do Google, mencionando a expectativa de crescimento da publicidade por grandes marcas e comerciantes locais na mídia online e nos celulares.

Terry disse que as duas coisas representam extensões naturais do imenso negócio que o Google construiu na distribuição de anúncios em formato texto vinculados a resultados de buscas.
As ações do Google se valorizaram em até 5,3 por cento antes de voltarem a se acomodar em 645 dólares, com alta de três por cento, na metade do pregão da Nasdaq.


Analistas de Wall Street estimam, em média, que as ações do Google devem ser negociadas a 761 dólares nos próximos 12 meses, com a estimativa mais baixa sendo de 670 dólares. Caso as ações atinjam a meta de 900 dólares definida pelo Credit Suisse, isso representaria alta de 40 por cento.

As ações dispararam para novos picos no começo de novembro, depois que diversos analistas estabeleceram preços-alvo agressivos da ordem de 800 dólares ou mais, mas caíram nas últimas semanas devido à desaceleração na economia norte-americana.

O Google deve se beneficiar de ganhos de mercado cada vez maiores, à medida que as vantagens de escala que conquista dificultam ainda mais aos rivais justificar os pesados investimentos tecnológicos necessários à criação de um sistema de buscas competitivo.

Os negócios de busca do Google podem crescer 38 por cento por ano nos próximos cinco anos, segundo previsão de Terry.

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É notável que o Google quase não tem chances de perder o controle sobre os usuários que usam a ferramenta de busca, tornando quase impossível que os concorrentes criem um sistema competitivo. Cada vez mais a Google oferece mais opções que atende todas as necessidades dos usuários de todo o mundo. Isso a leva para o topo da escala de mais acessados.

14 de novembro de 2007

Web 2.0 é tudo isso e ainda mais um pouco

Por Gilberto Alves Jr.

Dizem que não é fácil definir o que seja web 2.0. Bem, a melhor definição que eu tenho é essa; web 2.0 geralmente se refere à segunda geração de serviços disponíveis na internet que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online. Diferentemente da primeira geração, marcada pelas páginas estáticas, a web 2.0 dá ao usuário uma experiência tão rica quanto a que ele teria se estivesse utilizando um programa instalado no seu computador.

Cabem as seguintes perguntas: a web 2.0 é o resultado do amadurecimento da internet como um negócio que realmente deu certo? É o resultado dos conhecimentos adquiridos pelas empresas que resistiram à crise da internet de 2001 (a famosa bolha assassina)? É um apanhado de conceitos e técnicas que devem ser levados a sério por quem quer ter resultado na internet? É a nova geração da internet? Ou seria o resultado de toda uma geração de pessoas que cresceram com o mouse na mão, que desenvolveram seus melhores relacionamentos pela internet, que encontraram seus empregos pela internet, que não saberiam como viver sem a web, a internet da nova geração?

A resposta me parece óbvia: é tudo isso e mais um pouco.

Web 2.0: a internet da nova geração

Até que ponto a web 2.0 é, na verdade, o modo de entender a internet da geração que cresceu com ela? O jeito de pensar das pessoas que aprenderam a desenvolver seus relacionamentos no MSN messenger é claramente diferente da geração anterior. Não é à toa que a primeira coisa que se pensou em fazer com a internet foi publicação. As pessoas não podiam conceber naquela época que a nova geração ia se relacionar tanto pela internet e ia gostar disso. Ninguém podia imaginar as mudanças na linguagem que a internet faria. Quantas pessoas dizem “nem” em vez de “não” por que se acostumaram a escrever assim para evitar o “til”?

É entendendo quem é esta nova geração, que está crescendo na internet, que entendemos melhor o que é a web 2.0. Uma empresa que tenta comunicar uma mensagem a esta geração está perdida. Não é possível comunicar − no formato “via de mão única”, emissor–receptor − uma mensagem a este pessoal. Eles estão acostumados a interferir na mensagem, a responder instantaneamente, a interagir.É essa possibilidade de interagir com a mensagem e com outras pessoas que recebem essa mesma mensagem, é essa possibilidade de se relacionar que marca a nova publicidade na internet, o novo conteúdo da internet, os novos modos de programar na internet, os novos modelos de negócio na internet, enfim, a web 2.0: a nova geração da internet e a internet da nova geração.

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É maravilhoso poder encontrar artigos, reportagens, exemplos, modelos e muitas outras coisas mas dá muito medo em pensar que qualquer Zé Mané pode entrar no Wikipedia e escrever algo completamente sem nexo e muitas pessoas podem tomar isso como verdade até que alguém faça a devida correção.

7 de novembro de 2007

Cross Media

Pode se definir como Cross Media toda a ação simultânea de diferentes mídias – impressa, TV, rádio, cinema, feiras, eventos e Internet - para a promoção de uma mesma campanha, empresa ou produto com o diferencial da utilização da mídia interativa, o que pressupõe uma atuação mais eficiente.



De acordo com (CASSANO, 2001, p.) a “publicidade online ajuda a aumentar o alcance de uma campanha offline, bem como a eficiência de ações de branding e de intenção de compra”, pois a Internet oferece informações mais específicas sobre os produtos e serviços em promoção em outros meios e aumentando a intenção de compra nos consumidores.



Um Cross-Media eficaz é aquele que une as estratégias tradicionais de marketing e publicidade com a produção de conteúdo específico online. Um site customizado com conteúdo e serviços relevantes para o usuário traz valor para o veículo que o hospeda; conversa, promove e se beneficia da campanha publicitária; ganha uma vida útil muito maior do que a simples exposição de um banner; transita cifras muito mais atraentes para agências que aprovam o projeto e, por fim, realmente faz uso da interatividade e personalização da Internet, não só tendo taxa de clique como criando marca e base de dados.



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Para algumas pessoas, a ação de Cross Media não passa de uma venda-casada agregada de um planejamento mais detalhado, com um formato mais rico e interessante e que utiliza o seguinte apelo "veja na TV, ouça no rádio, clique na Internet e pague no caixa" (CASSANO, 2001, p.). Mas o autor questiona, o Cross Media funciona? “Quanto mais próxima da ‘venda-casada’ comum, maior a possibilidade de que uma campanha Cross Media simplesmente mascare a pouca eficácia de sua perna on-line. Quanto mais integrada e complementar, mais rica será a experiência, e maiores os resultados.