5 de dezembro de 2007

Transmissão da TV digital começa em São Paulo

A transmissão da TV Digital estreou neste domingo (2/12) na região metropolitana de São Paulo. O novo modelo já oferece aos usuários qualidade superior a dos DVDs, mas os diversos recursos de interatividade, como acesso à internet e a capacidade de montar uma programação exclusiva de acordo com o conteúdo oferecido pelas emissoras, ainda vai demorar para ser disponibilizado ao telespectador.






O primeiro Estado a receber o sinal é São Paulo, seguido do Rio de Janeiro que deve adotar o formato entre abril e maio de 2008. Para desfrutar de todos os recursos da TV Digital, o consumidor deverá adquirir um conversor, também conhecido como set-top box. O dispositivo é responsável por captar o novo sinal e traduzi-lo para a televisão. Esse sinal é mais consistente do que o analógico, utilizado hoje, e garante melhor qualidade.


Qualidade e programação


O modelo digital oferece diversas vantagens em relação à qualidade da imagem. Muitas delas só serão notadas por quem investir em televisores compatíveis com a tecnologia, o padrão HDTV (High-definition television ou TV de alta definição).
Quem possui aparelhos normais poderá conferir o conteúdo sem problemas. Nesse caso, a diferença será notada na qualidade do sinal, livre de chuviscos e fantasmas.
Quem possui aparelhos normais poderá conferir o conteúdo sem problemas. Nesse caso, a diferença será notada na qualidade do sinal, livre de chuviscos e fantasmas.

A definição da imagem na TV Digital chega a 1.080 linhas, contra 480 da analógica, o que gera uma imagem de alta definição mais rica em cores e movimento. O formato adotado para suportar essa resolução é o widescreen, conhecido como panorâmico. O som também ganha qualidade, já que o sistema evoluiu de dois canais do estéreo para seis da digital, o mesmo padrão utilizado em home theaters.


Na estréia da TV Digital no Brasil, serão poucas as emissoras transmitindo programas com conteúdo 100% desenvolvidos para o meio.


A Gazeta, por exemplo, está transmitindo conteúdo experimental para quem já conseguiu adquirir o conversor. Entre as grandes emissoras, a Globo oferece a novela Duas Caras em formato digital, assim como a Bandeirantes com Dance Dance Dance.


No caso de filmes ou séries estrangeiras, será possível selecionar o áudio original e as legendas, como em um menu de DVD. Desde que as emissoras disponibilizem esses recursos.
A migração de todo o conteúdo deve acontecer aos poucos. Muitas empresas de comunicação ainda não estão totalmente adaptadas para produzir os programas no formato digital e as que estão ainda passam por uma fase de testes.


Interação com o conteúdo


Outra vantagem do modelo - que por enquanto não está disponível - será a capacidade de utilizar os conversores para controlar o conteúdo gerado pelas emissoras. O usuário poderá gravar programas no receptor e montar sua própria grade, de acordo com seu gosto.


Além disso, muitos programas estarão disponíveis na programação sem um horário de exibição fixo. Isso significa que o telespectador poderá selecioná-lo a qualquer momento com seu controle.


Outro exemplo de conteúdo interativo que poderá ser acessado a qualquer momento são os dados sobre programa exibido. O telespectador poderá conferir informações sobre atores ou curiosidades sobre locações, por exemplo.


Conversores mais avançados também permitirão o acesso à internet, com direito a navegação por sites, jogos e o envio de mensagens pela rede. Essa funcionalidade dependerá da conexão disponível, como telefone ou banda larga.


Cronograma de implantação


Os usuários que não conseguirem comprar o conversor não precisam se preocupar. O sinal analógico só deixará de existir a partir de 2016 no País. Esse é o tempo que o governo estipulou para que todos os estados do Brasil estejam em condições de utilizar o sistema.


O próximo estado a aderir será o Rio de Janeiro, em 2008, seguido de Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Brasília. O plano é que até 2013 todos os estados brasileiros já estejam prontos para receber o sinal.


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Não há duvida que seja um grande avanço para o Brasil a implantação da TV digital. Mas o grande problema não é a qualidade da TV, antes uma TV de baixa qualidade e bom conteúdo do que uma qualidades 100% e um conteúdo 0.
Não comentando também a questão do preço dos conversores, será que realmente a TV digital será acessível a todo o cidadão brasileiro?

27 de novembro de 2007

Estudante dá entrada em carro com venda online de pixels a anunciantes


Felipe Matos conseguiu R$ 5 mil em anúncios dispostos no automóvel, e pretende vender o resto para pagar o financiamento.


O estudante de Belo Horizonte Felipe Matos, de 24 anos, acaba de dar entrada no financiamento de um Fiesta Kilt. Os cinco mil reais foram obtidos com o projeto PatrocineMeuCarro.com, que vende pixels da área do automóvel a anunciantes.


Matos começou a tarefa há um ano com um blog, graças ao seu cansaço em usar cinco ônibus para fazer o trajeto de casa até o trabalho e para a universidade. “Antes eram seis”, revela o estudante.


Um carro virtual foi dividido em 500 quadrados, cada um equivalente a um espaço para anúncio, cujo custo é de 100 reais. Adesivos com as marcas dos “patrocinadores” ficam expostos no carro por seis meses.


O modelo do carro foi escolhido com base no número de anúncios com 18 X 18 centímetros que poderiam ser dispostos - 518 no total.


A inspiração vem de projetos como a Million Dollar Homepage e na campanha "Troque um clipe por uma casa", em que o canadense Kyle MacDonald conseguiu, por meio de seguidas negociações, trocar um clipe de papel por uma casa.


Com relação ao pagamento das parcelas restantes, Matos afirma que está ciente do risco em não acumular anúncios o suficiente para o pagamento. “Mas acredito que, com o carro em circulação, ele vai ser visto e conhecido, então eu venderei o restante dos anúncios”, diz.


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A busca pela diferença na publicidade vem crescendo muito e cada vez mais os anunciantes não querem ficar para traz, por isso que idéias como a do estudante Matos estão ficando cada dia mais comum. Claro é necessário que a pessoa tenha ousadia e criatividade, mas o risco esta ficando cada vez menor. Pois hoje todos procuramos um diferencia na sua marca.


21 de novembro de 2007

Google terá monopólio em buscas, diz análise.

BANGALORE - As ações do Google reverteram movimento de queda de duas semanas e recuperaram até cinco por cento das perdas na terça-feira.

O movimento aconteceu depois que uma corretora estabeleceu preço-alvo de 900 dólares para os papéis da companhia, um novo recorde em Wall Street, sob o argumento de que a empresa está perto de estabelecer um monopólio de buscas na web.

"Acreditamos que as buscas sejam um setor em que é natural existir monopólio, e antecipamos que, com o tempo, o Google continuará a conquistar mercado, até que atinja efetivamente os 100 por cento", afirmou Heath Terry, analista do Credit Suisse, em nota a investidores divulgada na terça-feira.

O Credit Suisse elevou de 800 para 900 dólares seu preço-alvo para as ações do Google, mencionando a expectativa de crescimento da publicidade por grandes marcas e comerciantes locais na mídia online e nos celulares.

Terry disse que as duas coisas representam extensões naturais do imenso negócio que o Google construiu na distribuição de anúncios em formato texto vinculados a resultados de buscas.
As ações do Google se valorizaram em até 5,3 por cento antes de voltarem a se acomodar em 645 dólares, com alta de três por cento, na metade do pregão da Nasdaq.


Analistas de Wall Street estimam, em média, que as ações do Google devem ser negociadas a 761 dólares nos próximos 12 meses, com a estimativa mais baixa sendo de 670 dólares. Caso as ações atinjam a meta de 900 dólares definida pelo Credit Suisse, isso representaria alta de 40 por cento.

As ações dispararam para novos picos no começo de novembro, depois que diversos analistas estabeleceram preços-alvo agressivos da ordem de 800 dólares ou mais, mas caíram nas últimas semanas devido à desaceleração na economia norte-americana.

O Google deve se beneficiar de ganhos de mercado cada vez maiores, à medida que as vantagens de escala que conquista dificultam ainda mais aos rivais justificar os pesados investimentos tecnológicos necessários à criação de um sistema de buscas competitivo.

Os negócios de busca do Google podem crescer 38 por cento por ano nos próximos cinco anos, segundo previsão de Terry.

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É notável que o Google quase não tem chances de perder o controle sobre os usuários que usam a ferramenta de busca, tornando quase impossível que os concorrentes criem um sistema competitivo. Cada vez mais a Google oferece mais opções que atende todas as necessidades dos usuários de todo o mundo. Isso a leva para o topo da escala de mais acessados.

14 de novembro de 2007

Web 2.0 é tudo isso e ainda mais um pouco

Por Gilberto Alves Jr.

Dizem que não é fácil definir o que seja web 2.0. Bem, a melhor definição que eu tenho é essa; web 2.0 geralmente se refere à segunda geração de serviços disponíveis na internet que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online. Diferentemente da primeira geração, marcada pelas páginas estáticas, a web 2.0 dá ao usuário uma experiência tão rica quanto a que ele teria se estivesse utilizando um programa instalado no seu computador.

Cabem as seguintes perguntas: a web 2.0 é o resultado do amadurecimento da internet como um negócio que realmente deu certo? É o resultado dos conhecimentos adquiridos pelas empresas que resistiram à crise da internet de 2001 (a famosa bolha assassina)? É um apanhado de conceitos e técnicas que devem ser levados a sério por quem quer ter resultado na internet? É a nova geração da internet? Ou seria o resultado de toda uma geração de pessoas que cresceram com o mouse na mão, que desenvolveram seus melhores relacionamentos pela internet, que encontraram seus empregos pela internet, que não saberiam como viver sem a web, a internet da nova geração?

A resposta me parece óbvia: é tudo isso e mais um pouco.

Web 2.0: a internet da nova geração

Até que ponto a web 2.0 é, na verdade, o modo de entender a internet da geração que cresceu com ela? O jeito de pensar das pessoas que aprenderam a desenvolver seus relacionamentos no MSN messenger é claramente diferente da geração anterior. Não é à toa que a primeira coisa que se pensou em fazer com a internet foi publicação. As pessoas não podiam conceber naquela época que a nova geração ia se relacionar tanto pela internet e ia gostar disso. Ninguém podia imaginar as mudanças na linguagem que a internet faria. Quantas pessoas dizem “nem” em vez de “não” por que se acostumaram a escrever assim para evitar o “til”?

É entendendo quem é esta nova geração, que está crescendo na internet, que entendemos melhor o que é a web 2.0. Uma empresa que tenta comunicar uma mensagem a esta geração está perdida. Não é possível comunicar − no formato “via de mão única”, emissor–receptor − uma mensagem a este pessoal. Eles estão acostumados a interferir na mensagem, a responder instantaneamente, a interagir.É essa possibilidade de interagir com a mensagem e com outras pessoas que recebem essa mesma mensagem, é essa possibilidade de se relacionar que marca a nova publicidade na internet, o novo conteúdo da internet, os novos modos de programar na internet, os novos modelos de negócio na internet, enfim, a web 2.0: a nova geração da internet e a internet da nova geração.

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É maravilhoso poder encontrar artigos, reportagens, exemplos, modelos e muitas outras coisas mas dá muito medo em pensar que qualquer Zé Mané pode entrar no Wikipedia e escrever algo completamente sem nexo e muitas pessoas podem tomar isso como verdade até que alguém faça a devida correção.

7 de novembro de 2007

Cross Media

Pode se definir como Cross Media toda a ação simultânea de diferentes mídias – impressa, TV, rádio, cinema, feiras, eventos e Internet - para a promoção de uma mesma campanha, empresa ou produto com o diferencial da utilização da mídia interativa, o que pressupõe uma atuação mais eficiente.



De acordo com (CASSANO, 2001, p.) a “publicidade online ajuda a aumentar o alcance de uma campanha offline, bem como a eficiência de ações de branding e de intenção de compra”, pois a Internet oferece informações mais específicas sobre os produtos e serviços em promoção em outros meios e aumentando a intenção de compra nos consumidores.



Um Cross-Media eficaz é aquele que une as estratégias tradicionais de marketing e publicidade com a produção de conteúdo específico online. Um site customizado com conteúdo e serviços relevantes para o usuário traz valor para o veículo que o hospeda; conversa, promove e se beneficia da campanha publicitária; ganha uma vida útil muito maior do que a simples exposição de um banner; transita cifras muito mais atraentes para agências que aprovam o projeto e, por fim, realmente faz uso da interatividade e personalização da Internet, não só tendo taxa de clique como criando marca e base de dados.



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Para algumas pessoas, a ação de Cross Media não passa de uma venda-casada agregada de um planejamento mais detalhado, com um formato mais rico e interessante e que utiliza o seguinte apelo "veja na TV, ouça no rádio, clique na Internet e pague no caixa" (CASSANO, 2001, p.). Mas o autor questiona, o Cross Media funciona? “Quanto mais próxima da ‘venda-casada’ comum, maior a possibilidade de que uma campanha Cross Media simplesmente mascare a pouca eficácia de sua perna on-line. Quanto mais integrada e complementar, mais rica será a experiência, e maiores os resultados.

31 de outubro de 2007

B2B, B2C, B2G: entendendo as siglas

De onde surgiu o B2B

A internet quebrou diversos paradigmas em nossas vidas. E com as empresas não foi diferente. Quem imaginaria um substituto para um memorando interno batido à máquina? Surgiu o e-mail que ainda disponibilizou diversas vantagens a mais. As áreas de vendas, estoque, tratamento de clientes e outras estão informatizadas e podem ser consultadas em tempo real e pela internet.

Como conseqüência disto, nasceram vários termos e siglas relacionados as transações online. B2B, B2C, C2C e outros termos da nova economia surgem para suprir este cenário. Para entendermos esta sopa de letras, seguem alguns termos e suas definições.

B2B (Business to Business)
São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. É a sigla mais famosa e acaba representa todas as outras abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens.

B2C (Business to Consumer)
É o comércio entre a empresa e o consumidor. Este é o mais comum. Um exemplo próximo é a http://loja.imasters.com.br, o iMasters SHOP ou a mais famosa Amazon.

C2C (Consumer to Consumer)
Este é o comércio entre consumidores. Ele é intermediado normalmente por uma empresa (o dono do site). O exemplo são os sites de leilão como o Ebay ou classificados.

B2G (Business to Governement)
São as transações entre empresa e governo. Os exemplos comuns de B2G são licitações e compras de fornecedores.

B2E (Business-to-Employee)
Normalmente relacionado aos portais (intranets) que atendem aos funcionários. Tem por objetivo de ser uma área central de relacionamento com a empresa. Através dele os funcionários podem, por exemplo, pedir material para sua área, gerir todos os seus benefício ou até utilizar processos de gestão dos funcionários (faltas, avaliações, inscrições em treinamentos...).

Ainda existem as siglas invertidas como G2B e C2B que representam a inversão de quem vende e quem compra e variações como E2E e G2G que completam os relacionamentos possíveis.

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A internet e as tecnologias da informação transformaram profundamente as empresas. A concorrência entre grandes empresas faz com que elas deixem de ser diferenciais para serem requisitos obrigatórios para a sobrevivência.

22 de outubro de 2007

Redes sociais terão 230 milhões de usuários até o final de 2007

Por Network World/EUA
Publicada em 19 de outubro de 2007 às 16h29



Framingham - Receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.

O crescimento no número de usuários de serviço de rede social - como MySpace, Facebook e Orkut - deve atingir o pico em 2009, se estabilizando a partir de 2012, segundo a empresa de análise de mercado Datamonitor.

A previsão da empresa é que o numero de usuários de redes sociais chegue a 230 milhões até o final de 2007. A receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.

Neste ano, a região Ásia-Pacífico vai responder por 35% dos membros de redes sociais de todo o mundo, A Europa, o Oriente Médio e a África vão responder por 28%, a América do Norte por 25% e o Caribe e a América Latina por 12%, segundo a Datamonitor.

A empresa alerta, contudo, aos provedores de serviços de redes sociais e investidores para que tenham cautela e se lembrem da bolha da internet, que estourou no começo da década. “Os sites de rede social seriam sensatos ao adiar a consideração de abrir o capital”, disse a consultoria. A Datamonitor identifica ainda potencial de consolidação por meio de aquisições no mercado.

Um outro estudo da Parks Associates revela que poucos usuários norte-americanos estão dispostos a pagar para usar serviços de redes sociais. Em uma pesquisa online, a empresa constatou que 75% dos usuários deixariam de usar as redes sociais caso tivessem que pagar um valor mensal de 2 dólares. Da mesma forma, 40% abandonariam o serviço se ele trouxe anúncios demais.

Estes dados representam um desafio para as empresa deste mercado, segundo a Parks. Dos usuários de banda larga com idade entre 18 a 25 anos, 80% usam redes sociais, mas monetizar esses usuários será difícil até para os líderes do setor, como o MySpace, disse a empresa.

Para ter sucesso, os sites devem oferecer anúncios para um perfil desejado de consumidor, preferencialmente no momento de fazer uma compra, de acordo com a Parks.

Jim Duffy, editor do Network World, de Framingham

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Como o esperado o numero de usuários em sites de rede social cresce a cada minuto e a cada minuto também cresce o numero de novos sites de relacionamentos sociais por isso as pessoas não se disponibilizam a pagar para utilizar esses serviços, pois a internet cresce tanto que logo vão arrumar um novo jeito de comunicação.
Esse tipo de site para que consiga ter sucesso é necessário um grande planejamento para que possa atingir todas as necessidades dos usuários e vencer esse desafio.

16 de outubro de 2007

Sem alarde, MySpace inicia operação nacional com ex-executivo do Google

Rede social mais popular nos Estados Unidos, o MySpace já opera no Brasil desde a segunda semana de setembro com diretor geral responsável pela operação nacional.Primeiro funcionário do Google no Brasil, Émerson Calegaretti se apresenta como vice-presidente e diretor geral do MySpace Brasil em seu perfil dentro da rede profissional LinkedIn.Em entrevista para o IDG Now!, Calegaretti afirmou que o MySpace oficializará sua operação brasileira no começo de novembro.Calegaretti, que já tem perfil no MySpace, usou do mesmo artifício no LinkedIn quando deixou o cargo na área de vendas do UOL em 2005 para ingressar no Google, que iniciava suas operações no Brasil e ainda não tinha escritório fixo."A idéia é localizar o conteúdo da plataforma da cultura norte-americana para a brasileira. Não temos foco de competir com ninguém", esclarece.Brasileiros poderão acessar o beta da versão em português até o fim do ano, segundo Calegaretti, antes do prazo de quatro meses delimitado pelo Financial Times em matéria publicada nesta segunda-feira (15/10).O conteúdo afirma que, além do Brasil, o MySpace estaria preparando versões regionais da rede para Índia, Rússia e Polônia para tentar ganhar participação frente a serviços regionais."Amigos, abrimos nossas portas para vocês. Adicione o nosso perfil para se manter atualizado sobre as novidades do MySpace Brasil", afirma a comunidade MySpace Brasil na rede, da qual Calegaretti faz parte.Fontes de mercado ouvidas pelo IDG Now! garantem que, além de Calegaretti, o MySpace também já conta com outro executivo comercial contratado no Brasil para "costurar parcerias".
A investida do MySpace é a segunda operação nacional de uma rede social internacional no Brasil em menos de um mês.
No começo de outubro, o IDG Now! revelou que o serviço musical Last.FM, que cria rádios personalizadas e abastece sua rede social baseado no gosto musical de seus usuários, pretende abrir um escritório em São Paulo e está em negociações avançadas com órgãos responsáveis por direitos autorais no Brasil.
Mundialmente, o MySpace conta com 110 milhões de usuários ativos mensais, com cerca de 300 mil novos cadastrados diariamente, segundo dados do executivo.
Principal expoente de redes sociais no Brasil, o Orkut, do Google, conta com cerca de 24 milhões de usuários no Brasil, pouco mais de metade (53%) da sua base total no mundo de 43 milhões de internautas.

19 de setembro de 2007

Publicidade na WEB. Porque anunciar no site do bairro?

Fonte: http://www.igpromo.com.br/artigos2.asp

Muitas empresas nos perguntam se a publicidade na WEB dá retorno a quem anuncia. Esta pergunta é respondida citando um exemplo. Cito o caso da pessoa que entra numa loja de carros e pergunta: “quanto custa um carro?”Quanto custa um carro? Depende do modelo, do uso do veículo, da necessidade que ele irá atender, responderá o consultor da loja de veículos, correto?Na Internet tem sido levantadas várias questões que consideramos importante uma análise mais detalhada.Publicidade na WEB dá retorno??Depende. Depende onde estamos investindo. Depende a quem pretendemos atingir. Qual o nosso público-alvo e onde ele está localizado são duas perguntas que precisam ser respondidas antes, bem antes de definirmos onde iremos realizar publicidade on-line.Temos observado várias empresas, principalmente de E-Commerce que anunciam em grandes portais, mas que possuem uma área de atuação bem restrita.Um exemplo que sempre utilizo (sem citar a empresa, por questões éticas) é uma loja virtual ligada a um grande grupo no RS que faz uma forte campanha na mídia on-line em um grande portal com atuação nacional.A publicidade “convida” o internauta a comprar produtos desta empresa. Ao clicar no banner, o internauta é levado a sua loja virtual, onde para surpresa de muitos, a entrega é restrita a apenas alguns bairros de Porto Alegre (sede desta empresa).Neste momento, paramos para refletir e nos perguntamos: “Porque uma empresa que só faz entrega em uma determinada cidade anuncia num Portal com atuação regional/nacional ?”.A resposta pode ser encontrada na falta de conhecimento das pessoas que são as responsáveis pelo Planejamento de Marketing Digital das empresas.É mais fácil convencer o diretor a investir em publicidade nos grandes portais, pois eles trazem para o WEBsite milhares de pageview. Caso não haja aumento de vendas pela loja virtual, o mesmo “responsável” irá alegar que a Internet ainda não está madura, que o internauta ainda não consome este tipo de produto, por causa da segurança, etc, etc...Mas.... ...que a marca da empresa está sendo vista por milhares de usuários.Ao meu ver a marca realmente está sendo fixada na mente do internauta, mas não de forma agradável. Vocês acreditam que um internauta ao clicar no banner desta empresa, acessar seu WEBsite, escolher o produto desejado e depois perceber que ele não vai poder receber, pois esta empresa ainda não efetua entrega em todos as cidades vai ficar contente com aquela marca?Sinceramente eu acredito que esta ação vai contra a imagem desta empresa. Dificilmente o internauta irá um dia retornar aquele WEBsite. Neste momento perdeu-se um potencial cliente para o resto da vida.
Internauta, mas não de forma agradável. Vocês acreditam que um internauta ao clicar no banner desta empresa, acessar seu WEBsite, escolher o produto desejado e depois perceber que ele não vai poder receber, pois esta empresa ainda não efetua entrega em todos as cidades vai ficar contente com aquela marca?

Dois pontos a serem analisados quando se pensar em publicidade na Internet:

1.) Identificar quais os WEBsites que possuem afinidades junto ao seu público-alvo, aumentando as possibilidades de obtenção da atenção deste internauta;

2.) Identificar quais as regiões onde este WEBsite atinge uma maior parcela de usuários, que podem ser atingidas de forma mais eficiente com seu marketing digital.

De nada adianta fazer publicidade no WEBsite com a maior audiência do Planeta se meus produtos só podem ser entregues em determinada região ou o custo para enviar estes produtos para ele torna-se proibitivo.

Eu sempre sugiro nos projetos desenvolvidos pela nossa empresa que se faça uma pesquisa nos WEBsites do bairro, da cidade, da região, por afinidades para se mapear todas as possibilidades de publicidade.

Com certeza anunciar no site da própria cidade onde a empresa está inserida irá aumentar seu market-share, pois o internauta já conhece aquela empresa, tem confiança naquela marca, poderá sugerir para outros potenciais clientes, trazendo ao WEBsite não só aumento nos pageviews mas principalmente mais vendas.

Afinal de contas, 77% das pessoas que compram na WEB acessam WEBsites de empresas que já conhece.

Pense nisto na hora de montar seu Plano de Marketing Digital.
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Essa questão parece mais: “publicar ou não na internet, eis a questão”. Tudo depende de uma boa estratégia de Marketing, pois é visível que as pessoas estão constantemente conectadas no universo on-line. O anúncio tem que ser feito no local certo e na hora certo. É eficaz? Depende muito mais do publicitário e do enfoque que ele quer dar do que do consumidor.

13 de setembro de 2007

A mente do consumidor e banner de internet

O Cerebro possui um bloqueio natural, que é chamado de memória seletiva. Isto é, ele seleciona aquilo que ele quer ou não ver, ele dá atenção e guarda apenas aquilo que ele deseja.
O dever de todo o publicitário deve ser quebrar essas barreirar que o cerebro já possui naturalmente.
Por isso, é preciso usar de métodos para que a mente guarde os anuncios publicitários. Dentre esses anuncios estão os banner de internet. As pessoaa não costumam dar a tenção a esse tipo de publicidade pois já se tornaram muito comum no seu dia a dia.
Os publicitários devem fazer algo que façam o consumidor parar... Algo que quebre os bloqueios dele e ele veja e entre no mundo do anunciante.
Cannes, premiou vários desses anuncios para internet que conseguiram transpor as barreirar da mente, e fez com que o consumidor entrasse (não por acaso, mas por vontade própria) no universo do Marca anunciante.

Veja nesse link os Anuncios premiados: http://cannes.codegate.co.uk/cyber

31 de agosto de 2007

Droga5 e Publicis lançam portal de entretenimento

Meio&Mensagem
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A agência Droga5 e o grupo Publicis inaugurarão um novo site de publicidade e entretenimento (www.honeyshed.com), motivados pela crescente aceitação dos usuários à publicidade online e pelos desenvolvimentos tecnológicos ocorridos na internet. Focado no entretenimento, o projeto tem o objetivo de cativar usuários entre 18 e 30 anos, e para isso exibirá informações de produtos em formato de videoclipe, com assuntos em geral. As informações são do portal Meios & Publicidade.

25 de agosto de 2007

As crianças e adolescentes trocam novas midias 'antigas' pela internet

Uma pesquisa realizada na Inglaterra indica que as crianças e adolescentes estao passando mais tempo consumindo midia e estao envolvidas com uma variedade maior de meios. 3/4 dos meninos e meninas que tem 11 anos, por exemplo, têm seu proprio aparelho de TV, videogame e celular. O estudo, da Ofcom, reguladora do mercado de telecomunicaçoes, sugere, no entanto, que as crianças estao nao apenas abandonando a midia tradicional, mas também algumas midias novas que já sao mais antigas - como o DVD. Há 2 anos, 59% dos que tinham entre 8 e 15 anos assistiam videos com frequencia. O percentual caiu para 38% hoje. Mesmo os videogames estao ficando um pouco de lado - 61% jogavam regularmente, contra 53% que fazem isso atualmente. Meninos e meninas estao se voltando mais para a internet, especialmente para os sites de relacionamento social, diz a pesquisa. Um indicador de como eles experimentam a web está na importância da imagem - 15% dos adolescentes de 13 a 15 têm webcams em seus computadores.
Fonte: Bluebus
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A internet cresce, e isso não é novidade. As pesquisas mostram que principalmente as crianças são "atinginda" por esse tipo de mídia. Não são só os adultos que selecionam o que vão assistir as crianças e adolescentes também possuem uma destinção daquilo que entra em suas mentes. Podem não estar preocupadas com a qualidade da programação, do jogo ou do filme, mas elas já não são um alvo fácil para as mídias tradicionais.
A internet a cada dia consegue acrescentar uma novidade em seu mundo virtual.

10 de agosto de 2007

"YouTube = Marketing Viral"

Peça de teatro busca publico colocando
Personagem virando Atriz' é um video criado para a Citart, companhia de teatro no Rio. Alem de divulgar o grupo, quer promover também a peça 'Skabrunska'. Mostra a atriz Sylvia Miranda maquiando-se - mas de tras para frente, ou seja, 'despindo' a personagem. A ideia é divulgar o teatro de uma maneira nao tradicional, fugindo dos anuncios de classificados de jornal, os 'tijolinhos'.
Nota retirada do Site: Bluebus
A internet surgiu a "pouco tempo", suas novidades são constantes. Essas novidades possibilitam o uso da publicidade. O site youtube é cada vez mais utilizado para promover eventos, lançar produtos, oferecer serviços. Essa ação é chamada de marketig viral, empresas investem cada vez mais nesse tipo de vídeo ao invés de um "simples" VT para televisão. Esses vídeos on lines, vão passando por e-mails, entram em sites de relacionamento, e etc. Assim a divulgação sai do comum, atinge o publico alvo desejado, e as vezes torna-se uma forma mais barata de divulgação.