De onde surgiu o B2B
A internet quebrou diversos paradigmas em nossas vidas. E com as empresas não foi diferente. Quem imaginaria um substituto para um memorando interno batido à máquina? Surgiu o e-mail que ainda disponibilizou diversas vantagens a mais. As áreas de vendas, estoque, tratamento de clientes e outras estão informatizadas e podem ser consultadas em tempo real e pela internet.
Como conseqüência disto, nasceram vários termos e siglas relacionados as transações online. B2B, B2C, C2C e outros termos da nova economia surgem para suprir este cenário. Para entendermos esta sopa de letras, seguem alguns termos e suas definições.
B2B (Business to Business)
São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. É a sigla mais famosa e acaba representa todas as outras abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens.
B2C (Business to Consumer)
É o comércio entre a empresa e o consumidor. Este é o mais comum. Um exemplo próximo é a http://loja.imasters.com.br, o iMasters SHOP ou a mais famosa Amazon.
C2C (Consumer to Consumer)
Este é o comércio entre consumidores. Ele é intermediado normalmente por uma empresa (o dono do site). O exemplo são os sites de leilão como o Ebay ou classificados.
B2G (Business to Governement)
São as transações entre empresa e governo. Os exemplos comuns de B2G são licitações e compras de fornecedores.
B2E (Business-to-Employee)
Normalmente relacionado aos portais (intranets) que atendem aos funcionários. Tem por objetivo de ser uma área central de relacionamento com a empresa. Através dele os funcionários podem, por exemplo, pedir material para sua área, gerir todos os seus benefício ou até utilizar processos de gestão dos funcionários (faltas, avaliações, inscrições em treinamentos...).
Ainda existem as siglas invertidas como G2B e C2B que representam a inversão de quem vende e quem compra e variações como E2E e G2G que completam os relacionamentos possíveis.
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A internet e as tecnologias da informação transformaram profundamente as empresas. A concorrência entre grandes empresas faz com que elas deixem de ser diferenciais para serem requisitos obrigatórios para a sobrevivência.
31 de outubro de 2007
22 de outubro de 2007
Redes sociais terão 230 milhões de usuários até o final de 2007
Por Network World/EUA
Publicada em 19 de outubro de 2007 às 16h29
Framingham - Receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.
O crescimento no número de usuários de serviço de rede social - como MySpace, Facebook e Orkut - deve atingir o pico em 2009, se estabilizando a partir de 2012, segundo a empresa de análise de mercado Datamonitor.
A previsão da empresa é que o numero de usuários de redes sociais chegue a 230 milhões até o final de 2007. A receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.
Neste ano, a região Ásia-Pacífico vai responder por 35% dos membros de redes sociais de todo o mundo, A Europa, o Oriente Médio e a África vão responder por 28%, a América do Norte por 25% e o Caribe e a América Latina por 12%, segundo a Datamonitor.
A empresa alerta, contudo, aos provedores de serviços de redes sociais e investidores para que tenham cautela e se lembrem da bolha da internet, que estourou no começo da década. “Os sites de rede social seriam sensatos ao adiar a consideração de abrir o capital”, disse a consultoria. A Datamonitor identifica ainda potencial de consolidação por meio de aquisições no mercado.
Um outro estudo da Parks Associates revela que poucos usuários norte-americanos estão dispostos a pagar para usar serviços de redes sociais. Em uma pesquisa online, a empresa constatou que 75% dos usuários deixariam de usar as redes sociais caso tivessem que pagar um valor mensal de 2 dólares. Da mesma forma, 40% abandonariam o serviço se ele trouxe anúncios demais.
Estes dados representam um desafio para as empresa deste mercado, segundo a Parks. Dos usuários de banda larga com idade entre 18 a 25 anos, 80% usam redes sociais, mas monetizar esses usuários será difícil até para os líderes do setor, como o MySpace, disse a empresa.
Para ter sucesso, os sites devem oferecer anúncios para um perfil desejado de consumidor, preferencialmente no momento de fazer uma compra, de acordo com a Parks.
Jim Duffy, editor do Network World, de Framingham
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Como o esperado o numero de usuários em sites de rede social cresce a cada minuto e a cada minuto também cresce o numero de novos sites de relacionamentos sociais por isso as pessoas não se disponibilizam a pagar para utilizar esses serviços, pois a internet cresce tanto que logo vão arrumar um novo jeito de comunicação.
Esse tipo de site para que consiga ter sucesso é necessário um grande planejamento para que possa atingir todas as necessidades dos usuários e vencer esse desafio.
Publicada em 19 de outubro de 2007 às 16h29
Framingham - Receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.
O crescimento no número de usuários de serviço de rede social - como MySpace, Facebook e Orkut - deve atingir o pico em 2009, se estabilizando a partir de 2012, segundo a empresa de análise de mercado Datamonitor.
A previsão da empresa é que o numero de usuários de redes sociais chegue a 230 milhões até o final de 2007. A receita gerada por serviços deste tipo deve chegar a 965 milhões de dólares neste ano, crescendo para 2,4 bilhões de dólares em 2012.
Neste ano, a região Ásia-Pacífico vai responder por 35% dos membros de redes sociais de todo o mundo, A Europa, o Oriente Médio e a África vão responder por 28%, a América do Norte por 25% e o Caribe e a América Latina por 12%, segundo a Datamonitor.
A empresa alerta, contudo, aos provedores de serviços de redes sociais e investidores para que tenham cautela e se lembrem da bolha da internet, que estourou no começo da década. “Os sites de rede social seriam sensatos ao adiar a consideração de abrir o capital”, disse a consultoria. A Datamonitor identifica ainda potencial de consolidação por meio de aquisições no mercado.
Um outro estudo da Parks Associates revela que poucos usuários norte-americanos estão dispostos a pagar para usar serviços de redes sociais. Em uma pesquisa online, a empresa constatou que 75% dos usuários deixariam de usar as redes sociais caso tivessem que pagar um valor mensal de 2 dólares. Da mesma forma, 40% abandonariam o serviço se ele trouxe anúncios demais.
Estes dados representam um desafio para as empresa deste mercado, segundo a Parks. Dos usuários de banda larga com idade entre 18 a 25 anos, 80% usam redes sociais, mas monetizar esses usuários será difícil até para os líderes do setor, como o MySpace, disse a empresa.
Para ter sucesso, os sites devem oferecer anúncios para um perfil desejado de consumidor, preferencialmente no momento de fazer uma compra, de acordo com a Parks.
Jim Duffy, editor do Network World, de Framingham
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Como o esperado o numero de usuários em sites de rede social cresce a cada minuto e a cada minuto também cresce o numero de novos sites de relacionamentos sociais por isso as pessoas não se disponibilizam a pagar para utilizar esses serviços, pois a internet cresce tanto que logo vão arrumar um novo jeito de comunicação.
Esse tipo de site para que consiga ter sucesso é necessário um grande planejamento para que possa atingir todas as necessidades dos usuários e vencer esse desafio.
16 de outubro de 2007
Sem alarde, MySpace inicia operação nacional com ex-executivo do Google
Rede social mais popular nos Estados Unidos, o MySpace já opera no Brasil desde a segunda semana de setembro com diretor geral responsável pela operação nacional.Primeiro funcionário do Google no Brasil, Émerson Calegaretti se apresenta como vice-presidente e diretor geral do MySpace Brasil em seu perfil dentro da rede profissional LinkedIn.Em entrevista para o IDG Now!, Calegaretti afirmou que o MySpace oficializará sua operação brasileira no começo de novembro.Calegaretti, que já tem perfil no MySpace, usou do mesmo artifício no LinkedIn quando deixou o cargo na área de vendas do UOL em 2005 para ingressar no Google, que iniciava suas operações no Brasil e ainda não tinha escritório fixo."A idéia é localizar o conteúdo da plataforma da cultura norte-americana para a brasileira. Não temos foco de competir com ninguém", esclarece.Brasileiros poderão acessar o beta da versão em português até o fim do ano, segundo Calegaretti, antes do prazo de quatro meses delimitado pelo Financial Times em matéria publicada nesta segunda-feira (15/10).O conteúdo afirma que, além do Brasil, o MySpace estaria preparando versões regionais da rede para Índia, Rússia e Polônia para tentar ganhar participação frente a serviços regionais."Amigos, abrimos nossas portas para vocês. Adicione o nosso perfil para se manter atualizado sobre as novidades do MySpace Brasil", afirma a comunidade MySpace Brasil na rede, da qual Calegaretti faz parte.Fontes de mercado ouvidas pelo IDG Now! garantem que, além de Calegaretti, o MySpace também já conta com outro executivo comercial contratado no Brasil para "costurar parcerias".
A investida do MySpace é a segunda operação nacional de uma rede social internacional no Brasil em menos de um mês.
No começo de outubro, o IDG Now! revelou que o serviço musical Last.FM, que cria rádios personalizadas e abastece sua rede social baseado no gosto musical de seus usuários, pretende abrir um escritório em São Paulo e está em negociações avançadas com órgãos responsáveis por direitos autorais no Brasil.
Mundialmente, o MySpace conta com 110 milhões de usuários ativos mensais, com cerca de 300 mil novos cadastrados diariamente, segundo dados do executivo.
Principal expoente de redes sociais no Brasil, o Orkut, do Google, conta com cerca de 24 milhões de usuários no Brasil, pouco mais de metade (53%) da sua base total no mundo de 43 milhões de internautas.
A investida do MySpace é a segunda operação nacional de uma rede social internacional no Brasil em menos de um mês.
No começo de outubro, o IDG Now! revelou que o serviço musical Last.FM, que cria rádios personalizadas e abastece sua rede social baseado no gosto musical de seus usuários, pretende abrir um escritório em São Paulo e está em negociações avançadas com órgãos responsáveis por direitos autorais no Brasil.
Mundialmente, o MySpace conta com 110 milhões de usuários ativos mensais, com cerca de 300 mil novos cadastrados diariamente, segundo dados do executivo.
Principal expoente de redes sociais no Brasil, o Orkut, do Google, conta com cerca de 24 milhões de usuários no Brasil, pouco mais de metade (53%) da sua base total no mundo de 43 milhões de internautas.
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